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Domingo, 02 de março de 2003 13h50
Ministro Gil chora com Carnaval de Olinda

da Folha Online

O ministro Gilberto Gil (Cultura) chorou em público por duas vezes ontem, durante sua peregrinação pelos festejos carnavalescos pernambucanos. Foi a primeira vez que Gil visitou o Carnaval no Estado -segundo ele, um antigo desejo.

"Já me comovi muito hoje em Olinda e aqui de novo", disse, olhos marejados, durante apresentação do maracatu Piaba de Ouro, de Mestre Salustiano, em palco armado no Marco Zero, no Recife Antigo, um dos 16 pólos do festejo oficial recifense. "A receptividade de vocês é extraordinária", disse.

Em cerca de seis horas, Gil rodou quatro pontos do Carnaval oficial de Olinda e Recife. Posou para caricaturas, para fotos (com ajuda do prefeito de Recife, João Paulo, que chegou a assumir o papel de fotógrafo para atender fãs de Gil) e, claro, cantou. No palco de Casa Amarela, na periferia de Recife, interpretou o forró "Esperando na Janela" (de Targino Gondim) e o frevo de bloco "Evocação no. 1" (de Nelson Ferreira, ao lado de Capiba, principal nome do frevo pernambucano), acompanhado por músicos.

Gil circulou em companhia do prefeito recifense, do secretário municipal de Cultura, João Roberto Peixe, e do ministro da Saúde, o pernambucano Humberto Costa. Esteve nos pólos Multicultural (no Marco Zero), Mangue (onde a tônica é rock e música eletrônica, no festival de rock Rec-Beat) e Casa Amarela (um dos oito palcos localizados fora do centro histórico de Recife Antigo).

De sandálias de couro, calças brancas, cabelos salpicados de confetes, camiseta oficial do Carnaval do Recife e, à tiracolo, a bolsa prateada de seu bloco de Carnaval na Bahia, "Expresso 2222" (com a marca do patrocinador à mostra), o ministro afirmou que o cargo que ocupa "é um compromisso suave, não um fardo pesado". "É uma extensão natural da minha vida."

Gil celebrou as qualidades e a necessidade de preservação das "coisas naturais, simples", em referência às manifestações da cultura popular. "O poeta quer beber vento", disse, antes de despedir-se no Marco Zero.

O jornalista Israel do Vale viajou a convite do Rec-Beat



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